Processo
POR PEDRO SÁ
5 min
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Quando eu assumi o time de design da DUX, a gente entregava umas 300 peças por mês. Parece bastante, mas boa parte disso era a mesma peça refeita em outro formato. Story, feed, banner de site, marketplace, cada um com seu tamanho.
[Contexto: quantos designers tinha o time e quantas marcas entravam nessa conta.]
Onde o tempo ia embora
Um KV aprovado virava vinte, trinta arquivos. Cada um aberto na mão, texto ajustado, imagem reposicionada, exportado. Era trabalho de designer, mas não era trabalho de criação. E quanto mais campanha entrava, mais o time ficava preso nisso.
[Exemplo real: uma campanha específica e quanto tempo levava o desdobramento dela.]
O sistema de desdobramento
A ideia foi separar as duas coisas. O designer cria a peça-mãe e define as regras: o que pode mexer, o que não pode, como cada elemento se comporta quando o formato muda. O resto fica com a automação.
[Como funciona na prática: ferramentas usadas, como a peça-mãe vira os formatos, quem revisa antes de sair.]
Peças de preço saindo de planilha
As peças de conversão eram outro gargalo. Preço, desconto, nome do produto, selo de oferta. Muda toda semana, e cada mudança era uma peça nova.
Montamos um desdobramento por planilha. O time de [marketing / e-commerce] preenche as linhas e as peças saem prontas, já no padrão da marca. O designer entra pra revisar.
[Número: quantas peças de preço saem por mês ou por campanha.]
O que mudou
Saímos de 300 pra uma média de 2 mil peças por mês. [Em quanto tempo isso aconteceu e se foi com o mesmo time.]
O número que eu mais gosto é outro: o tempo que voltou pro time criar. [O que o time passou a fazer com esse tempo.]
O que eu levaria pra qualquer time
Antes de automatizar, vale olhar onde o designer está repetindo a mesma decisão. Se a regra cabe numa frase, ela cabe num sistema.
[Fechamento com a sua opinião.]
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